Arquivo de Nuvens | "Vista para o Estádio"

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E. AMADORA 1-0 VITÓRIA


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Com esta derrota o Vitória ocupa agora a 9º. posição, com  35 pontos. Na próxima jornada, o Vitória recebe a Académica, com data ainda por definir.

Basílio: «Não fomos inferiores»

“Não me parece que o resultado seja justo. Sem termos feito um grande jogo, acredito que não fomos inferiores ao E. Amadora em nenhuma situação. Na primeira parte assumimos as despesas e mostrámos uma boa atitude. Na etapa complementar estivemos melhor mas admito que não foi um bom jogo de parte a parte. No entanto, o golo ao cair do pano penaliza-nos bastante em relação a tudo o que fizemos”, referiu o adjunto de Manuel Cajuda no V. Guimarães.

imagem : vitoriasc.pt / record.pt

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VídeosdoVitória (ACTUALIZADO)


logoForam introduzidos alguns vídeos novos aqui www.videosdovitoria.com e caso tenha os seus vídeos relativos ao Vitoria (desde vídeos de golos,festejos, montagens, etc) e gostaria de partilhar com todo o Universo Vitoriano,  envie para la ou então para : info@vitoria1922.com

Porque o VITÓRIA somos todos nós.

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O culto da Terceira Pessoa


Saudações Afonsinas!

Esta semana vou abordar uma temática com a qual me debato há alguns anos e que me faz esboçar um sorriso no rosto: o culto da terceira pessoa.

É frequente vermos, lermos ou ouvirmos declarações de algumas personalidades, nomeadamente no futebol, referirem-se a elas próprias na terceira pessoa, quase como se fossem uma entidade com a qual não se relacionam e da qual querem afastar-se o mais possível.

Quem foi pioneiro neste tipo de abordagem – e penso não estar a errar senão peço o favor que me corrijam – foi o afamado Mário Jardel ainda nos tempos do FCP. Não me esqueço as vezes que sorri ao ouvi-lo/ vê-lo a prestar declarações referindo-se na terceira pessoa colocando eu, desde essa altura, a dúvida psiquiátrica quanto à sanidade mental do atleta querendo eu saber se por um acaso aquela era uma forma do mesmo proteger-se da agressividade do mundo exterior, em particular dos jornalistas, criando um escudo protector ou se era apenas falta de formação em Português básico.

Este fenómeno da terceira pessoa foi-se expandindo até se banalizar e já ninguém incomodar-se com a forma como é usado a nossa querida língua-Mãe.

Com as declarações de Miguel Veloso desta semana, relembrei-me o quão ridículo é falarmos de nós como se estivéssemos ausentes.

Por muita razão que o jovem tivesse e por muito clara e lógica argumentação que o mesmo expusesse, deitou tudo a perder quando diz coisas como “…Andam a perseguir o Miguel Veloso…” ou “Há uma campanha contra o Miguel e eu fico triste é por ninguém vir a defender o Miguel…”.

Mas quem é o Miguel afinal? É ele próprio, é um alter-ego ou apenas um amigo imaginário do qual não se quer separar.

Li, num jornal desportivo, que o Prof. Jorge Silvério aconselhava um acompanhamento psicológico para os jogadores pois se este apoio existisse declarações como essas nunca surgiriam.

Em parte concordo, pois como acima mencionei, isto deve ser uma forma de se protegerem mas esta situação não explica tudo. Creio que mais que um acompanhamento de um psicólogo – e há que fazer a destrinça entre psicólogo e psiquiatra, pois muitas pessoas confundem o âmbito da intervenção de cada um – era necessário um acompanhamento bastante próximo de um professor de Português e de um relações publicas.

No nosso Vitória também temos alguns casos similares ao que anteriormente aludi mas, feliz ou infelizmente, o facto do nosso clube não ter tanta projecção não nos causa embaraços de maior de cada vez que um jogador nosso presta declarações á comunicação social.

Valha-nos o nosso presidente! O qual também se afirma esgotado destes anos que leva à frente do Vitória.

Não duvido que o esteja Srº Emílio pois quem deseja sempre executar as suas tarefas da melhor forma possível ao seu alcance, acaba sempre por despender muita energia. Peço-lhe que considere as melhores opções tendo, como é óbvio, sempre em consideração o seu bem-estar pessoal e profissional sabendo eu que muito bem quer o nosso clube.

Cordiais cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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Retiro compulsivo


Saudações Afonsinas!

A pressão existe em todos as actividades profissionais – uma vezes mais outras menos – o que é certo é que nem todas serão tão escrutinadas por milhares e milhares de olhos sendo que a grande maioria das profissões envolve a Razão, na minha singela opinião e a profissão de “agente de futebol” (seja isso técnico, futebolista ou dirigente) envolve em colossal medida a Emoção.

Isto vem a propósito do retiro compulsivo feito pela equipa, do nosso bem-amado clube, lá para a zona das praias da Figueira.

Embora meu sentimento possa ser polémico, concordo com a medida que foi tomada pela Direcção em consonância com o Srº Cajuda pois como disse na última crónica corriam sérios riscos de experimentar o…“dark side of the force” Vitoriana.”

Embora não estejam isolados do mundo e sejam actualizados com as noticias de nossa cidade, sempre não é o mesmo que ter que sair à rua diariamente e verem-se confrontados, pelo lado mais negativo, com o nosso “Vitorianismo”.

Não concordo com o que alguns dizem disto ser um prémio para as más prestações em campo recompensado-os com umas férias. Férias destas, os jogadores seriam os primeiros a desejarem não tê-las. Até porque não esqueçamos que muitos têm família e durante este período vêem-se privados delas.

Encaro este retiro compulsivo quase como uma penalização por não estarem a conseguir fazer o seu trabalho correctamente.

Quase uma última tentativa, uma última oportunidade para jogadores, treinadores e dirigentes inverterem a tendência. Votos de confiança, como aquele que foi dado pelo Srº Emílio, nunca são um bom presságio.

Assim como meu amigo António Macedo que diz “…não acredito que o treinador algarvio continue em Guimarães!” também eu perfilho de mesma opinião e, acrescento, ficarei sempre um admirador confesso do seu trabalho e de grande parte de sua personalidade pois Homens como o Srº Cajuda não surgem todos os dias.

Quem, num momento de tremenda pressão, reage como reagiu na conferência da praia quando foi questionado sobre os adeptos do Guimarães acenarem-lhe com lenços brancos e responde que também já esteve em Fátima e viu a mesma demonstração á Nossa Senhora e pensa que isso não significa que não a querem, diz tudo sobre o grande Homem que ele é!

Cordiais cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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Feira das Vaidades


Saudações Afonsinas!

Surripiei para designação da crónica desta semana o título de um filme já com alguns anos.

Penso que retrata bem aquilo que se tem passado nos últimos tempos com o nosso querido Vitória. Tornou-se uma autêntica novela mexicana mas daquelas de classe B tais são as intrigas, jogos de poder e traições de amores agora desavindos.

Mas isso agora não interessa nada!

O que conta é comprovar que os adeptos tornaram-se os actores secundários, quase figurantes assistindo impávidos (porque não sabem de que lado está a Razão e qual a melhor atitude a tomar) a todo o drama.

No cerne da história mantêm-se, involuntariamente, os jogadores. Tentando fazer o seu trabalho – para o qual são principalmente pagos – mas não o conseguindo reflexo da sua desmotivação ou incompetência.

Creio que Desmotivação não podem ter pois o Vitória é maior que qualquer personagem temporária que se lhes atravessa no Presente de sua vida profissional.

Desmotivação não podem ter pois vão recebendo o seu salário ao invés de alguns (operários de construção civil, fabris, etc.) que com maior brio tentam levar a sua vida e com meses de salários em atraso (já não falando dos seus colegas do Estrela da Amadora).

Mesmo que digam que não jogam na posição deles isso não é desculpa para a falta de aplicação latente em alguns jogadores, como dizem dois amigos meus e opinião da qual partilho.

Espero que mudem rapidamente de atitude senão começam a correr sérios riscos e acredito que não tenham a desagradável oportunidade de experimentar o “dark side of the force” Vitoriana.

Cordiais cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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Rádio Santiago


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Saudações Afonsinas!

Começo por confessar que não vi o jogo de nosso Vitória contra o Nacional mas sofri em igual dose, se não pior, ao ouvir o relato pela “nossa” Rádio.

Não estou com isto a querer dizer que os comentários dos locutores de desporto da Rádio Santiago me colocam em condições de sofrimento inacreditável pelo que dizem. Não!

Simplesmente fico assim porque eles têm a difícil tarefa de tentar transmitir o exasperante que por vezes se torna o futebol de Vitória. É que, por muito vocabulário que se tenha, transforma-se numa Ode á Língua Portuguesa quando conseguimos adjectivar algo inexplicável.

Daqui saúdo o Srº Vitor e Srº Abel, entre outros que têm por vezes a ingrata missão de nos tentar fazer visualizar o que vai fazendo a equipa.

Também felicito a saudável parcialidade nos seus relatos, o “politicamente incorrecto”.

E não tenham pejo em admitir que o são porque se os comentadores de jogos em estações de Tv e rádios nacionais com outro peso, pendem sempre para um dos lados nós, Vimaranenses, temos muito mais obrigação de o ser.

Com o advento da Net, vossa “Voz” espalhou-se pelos quatro cantos do mundo fazendo com que todos os Vimaranenses e Vitorianos que buscam por uma vida melhor noutro lado, se sintam novamente em casa/ estádio nem que seja por parcos noventa e poucos minutos.

Peço apenas que não mudem pois é isso que vos distingue dos demais locutores e rádios locais. Um bem-haja.

Cordiais cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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Poder


Saudações Afonsinas!

Lamento verificar a turbulência que o nosso clube tem vivido nos últimos tempos, a nível da Direcção.

É triste verificar o findar de um projecto em tão curto espaço de tempo.

Não estou a ser drástico ao afirmar isto porque se analisarmos o que aconteceu desde o final do ano passado até à data, é isso que se constata.

Não vou andar por aqui a atribuir responsabilidades a uns e outros apenas transmito que clube algum se deu bem com a concentração de poder ou com o mote de “dividir para reinar”.

O Srº Emílio que – presumo com o seu excesso de boa-vontade- tem vindo a concentrar em si tudo o que está relacionado com a realidade vitoriana (sabendo avaliar com certeza o mal que daí também poderá advir) ou o Srº Almeida que com a sua truculência pode perturbar ainda mais o panorama actual (embora concorde que se devam dizer as verdades também temos que ajuizar o tempo e modo em que o fazemos) ao conceder um prazo de uma semana para a retirada dos seus avales dos bancos não está a ser minimamente razoável pois ele bem o saberá que a resolução destas questões não são dirigidas “instantaneamente”.

No cerne de toda esta quezília, surgem rumores que poderá vislumbrar-se na penumbra a figura do Srº Vasco S.

Não sei se tais rumores são exactos, o que sei é que com isto comecei a compreender cada vez melhor algumas das afirmações feitas em tempos idos pelo Srº Cajuda, afirmações essas que cheguei ao ponto de criticar mas que com o suceder dos dias cada vez melhor compreendo.

A opção estratégica da retirada para o silêncio foi o melhor que poderia ter feito. Desta forma, nunca terão argumentos para o colocar em posições desagradáveis.

Cordiais cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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Fundação Afonsina


Saudações Afonsinas!

Esta semana tivemos mais uma “messiânica ideia” no nosso futebol: A Fundação do Benfica!

Ao utilizar o termo “messiânica” estou a ser irónico pois só a mesma ideia só o será realmente para alguns senhores, tais como o nosso amigo Orelhas e outras pessoas interessadas em branqueamentos, sejam eles de capitais ou de personalidades.

Não é que todo o capital que entre numa Fundação esteja “sujo” no entanto sabemos bem o porquê de pulularem de há uns anos para cá tantas Fundações. Para vos aguçar o apetite, digo apenas que dão jeito em termos fiscais.

Também refiro branqueamento de personalidades pois, de um momento para o outro, alguém que tinha permanentemente uma sombra de algo ilícito- que possa ter feito no seu passado – ao decidir criar a Fundação passa, qual Cinderela, a ser o protector dos pobres e oprimidos e na altura conturbada em que estamos ainda melhor fica na fotografia.

Para além disso é sempre uma possibilidade que se abre para o Futuro, conforme o disse o Presidente do SLB e que agora transcrevo de um site:

“Luís Filipe Vieira, que não põe de lado no futuro, quando deixar a presidência, dedicar-se apenas à Fundação, fez questão de salientar que esta «será aberta a toda a sociedade, independentemente da cor clubista». «O que aqui realmente importa são os direitos sociais da nossa comunidade. A Fundação do Benfica dirige-se a todos os portugueses», defendeu.

As crianças serão a «principal preocupação» do projecto, mas também «os problemas de exclusão social, de pobreza extrema e de marginalização». «A Fundação foi constituída para agir, para ter intervenção, para fazer e para dinamizar tudo o que puder e estiver ao seu alcance», garantiu.

Aqui há uns anos o Srº Pimenta veio para a RTP dizer que tinha saco azul e logo se puseram em campo verificando toda a contabilidade de nosso Vitórinha (com tudo o que daí adveio, não vou emitir a minha opinião se isso foi bom ou mau para o futuro do clube).

No tempo presente sugiro ao nosso Presidente, Srº Emilio, a criação de uma Fundação e para qual não perco o ensejo de lançar como um dos nomes possíveis “Fundação Afonsina” pois remete-nos para o nosso clube, nosso Rei e para a origem da nossa Nação.

Atentem também que sei discernir que nem todas as Fundações criadas o foram com o propósito que acima expus, e que felizmente algumas existem tendo como principal objectivo a ajuda ao próximo e que sem elas- com a evolução quase galopante, pois os números não se compadecem, de um Estado menos social – as nossas sociedades estariam bem piores do que já são.

Cordiais cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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Mundial 2018


Saudações Afonsinas!

Relembro aqui o que escrevi dia 21/12/2008:

“Por um destes dias, dei por mim a reflectir sobre o Futuro.

O futuro da sociedade civil, o futuro laboral e também o futuro de nosso Vitória.

Bem sei que nos dias que correm o mais fácil é ser pessimista (ou será realista?) porém aquilo que verificamos ser a cada vez mais incontornável realidade de termos a tão famigerada Crise a bater-nos à porta faz-nos enfrentar velhos receios como são o desemprego, a falta de pão na mesa, etc.

Preocupa-me o facto de – cada vez com maior frequência – as taxas de desemprego (mais ou menos encapotadas) aumentarem, principalmente na zona em que se encontra o nosso distinto clube.

Existe o hábito de se dizer que o que é necessário para ultrapassar crises como a que vivemos, são a criatividade, boas ideias.

No “negócio” em que se transformou o futebol, ainda existem algumas oportunidades para que possam surgir essas tais messiânicas ideias que nos salvarão da Bancarrota.”

Tendo relido o que escrevi há não muito tempo peço-vos que me ajudem e digam-me se num mês o panorama nacional mudou tanto ou se, simplesmente, estarei eu sob o efeito de alucinógeneos em que vejo um Presidente da Federação Portuguesa de Futebol e um Secretário de Estado do Desporto dizerem que a candidatura ao Mundial de 2018 é uma opção bastante positiva e enriquecedora para o nosso país sendo certo que daqui por nove anos os estádios do Euro 2004 já não serão novos e de certeza que precisarão de obras de fundo para acolher condignamente a competição para além que ainda estaremos a pagar os excessos que foram cometidos actualmente e dos quais posso dar alguns exemplos: Expo 98, Euro 2004; TGV ( se seguir em frente, como tudo parece indicar); Aeroporto (na mesma base do TGV).

Bem sei que me responderão que sem algum investimento não conseguiremos avançar enquanto pais ou o Progresso não nos chegará- utilizando esse termo com tudo o que de positivo e negativo acarreta – mas será que é assim tão imperioso (como o afirmou gentilmente outra das personagens de meu sonho, o Srº Ministro das Finanças) mais esta despesa megalómana?

Será que a busca incessante do Quinto Império não tem final á vista?

É que a continuarmos neste belo ritmo quando os nossos filhos tiverem netos é que estarão as despesas pagas!

E isto se não existir mais nenhuma “messiânica ideia” pelo caminho!

Era bom que à população portuguesa lhe fosse retirada a benesse do uso de anti-depressivos por forma a que começassem a vislumbrar um pouco do presente e do Futuro negro que a espera!

A época do Luís de Matos já passou.

Cordiais cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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Valha-nos a Rússia!


Saudações Afonsinas!

Desde que escrevi o meu texto até á data de hoje passaram parcos cinco dias mas a uma velocidade assombrosa. Pelo menos estas últimas 48 horas.

Temos a confirmação que o tal “goleador” com nome de guitarrista, Santana Carlos, vai actuar com D. Afonso ao peito.

Temos também a indicação que das estepes russas – para além do frio que nos tem dado cabo da paciência e, simultaneamente, alegrado a todos – chega mais um reforço de seu nome Cícero (neste estou mais confiante).

Quem mais haverá para aquelas bandas? É que parecem existir bons negócios por ali.

Para lá, muitos foram vendidos de forma sobre valorizada e vêm quase todos a custo zero: Custódio, Cícero … e há para todos, não é preciso ninguém zangar-se, vejam o exemplo de Amoreirinha na Académica!

Ainda faltam mais dois reforços para o número mágico que o Srº Presidente tinha falado. Peço apenas é que tenham qualidade para nos ajudar e não sejam apenas para completar o número “5”. Tenho esperança que assim será.

A nossa má-vizinhança que dista apenas 20 Km é que anda com uma azia que mete dó!

No ano transacto, quando nos aconteceram coisas semelhantes ninguém lhes deu o devido relevo – e só nós sabemos o que nos custaram certas situações- tendo, inclusive, feito troça do que nos acontecia.

Como se costuma dizer, “Cá se fazem, cá se pagam!”.

Solto gargalhadas quando vejo as reportagens com o Srº Mesquita ou com o Srº Salvador, por tudo o que atrás expus, no entanto não deixo de reflectir que têm a sua razão. Nunca mais chegaremos a lugar algum se apenas tentarmos manter apaziguados os espíritos de três clubes.

Tem que existir o máximo possível de igualdade de tratamento para todos os clubes sob pena de cada vez mais os campeonatos e clubes perderem espectadores pois, á semelhança das novelas e filmes, já todos sabemos como vai ser o seu final.

Com os melhores cumprimentos,

Mário Rui Rôxo

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