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Um Filme Classe B…


jogo falado

Ano de desilusão em Guimarães…

O ano que era o tudo para as gentes do Vitória, transformou-se num absoluto nada… um ano em que se previa poder-se tocar com os dedos em ouro, tornou-se num absoluto zero, em que a incúria e os erros de casting tornaram o filme da época vimaranense numa película digna dos piores filmes escalão B!

O produtor do péssimo enredo que assistimos este ano, foi Emílio Macedo da Silva… o verdadeiro responsável por uma época de pesadelo, em que nada saiu bem… mas que, valha a verdade, nada foi planeado para resultar…poderíamos dizer que EMS a partir de Julho resolveu brincar ao futebol, prejudicando os milhares de crentes que seguem o Vitória para todo o lado.

Assinou um protocolo misterioso com o Benfica, recebendo, para além de um Nuno Assis, lesionado, um ridículo Luís Filipe que nunca se percebeu ao que veio, e que nunca foi actor para este filme que se pretendia um épico grandioso e tornou-se em terror da pior espécie.

Negligenciou, completamente, as saídas de Geromel, Alan e Ghilas…ridículo, o facto de este não ter renovado por meia dúzia de tostões… e pensou que os milagres aconteciam…decrescendo a qualidade, conseguiria ter êxito! Enganou-se, redondamente… e provou-se que para se ter sucesso há que contar com todos os pormenores…

A adjuvá-lo, contou com um realizador que desde o início de Julho prometia actores de melhor qualidade que os do ano anterior e comprovou-se uma de duas coisas: ou de futebol, na verdade, percebe muito pouco ou estava  a tentar areia para os olhos dos sócios, omitindo o que já se sabia…

E a pré-época vitoriana em vez de se basear em atletas capazes de honrar o símbolo do Rei, circunscreveu-se à contratação de um director de comunicação…no mínimo surreal, para quem almeja crescer…

Quanto á época, importará referir que não obstante estes erros todos, as lesões deram um contributo relevante para os inêxitos… efectivamente se Nuno Assis, Sereno, Douglas e outros não sucumbissem em combate de um momento para o outro, talvez a história fosse ligeiramente diferente…mas de “ses” está o cemitério cheio, e queum em obrigações tem de prever todas as possibilidades.

Ademais, este filme, apesar de mau, contou com uma ou outra tirada cómica, tal como o mercado de Janeiro…inacreditável como se investe a maior fortuna da história num jogador sem ritmo e sem adaptação ao futebol europeu… o maior investimento de capital num homem que, supostamente, seria para pegar de estaca e nada, mas nada, mostrou… verdadeiramente ridículo!

Além deste, e já que o Vitória apenas possuía três trincos no plantel – dando de barato que Wênio entrava nessas contas, apesar de ter sido, certamente, uma das piores contratações dos últimos cinquenta anos da história do Vitória – nada melhor que contratar Custódio… mais um jogador sem ritmo e só prontoa  jogar em Março… um investimento para a época 2009/2010, quando se vislumbrava, já, o tremendo flop da época actual…

Mas não era tudo…havia que complementar com um peso pesado…sem dúvida, o jogador, actualmente, com maior peso dentro do plantel… não…não é influência…são quilos e quilos de fortaleza… certamente, foi a medida humaitária deste filme, apoiar Cícero, que não jogava há um ano, a fazer uma cura de emagrecimento…a expensas do Vitória…

Pelo meio deste louco Janeiro vendeu-se o lateral esquerdo titular, Momha, que, ainda, fazia, se fosse necessário, uma perninha a central…indo-se buscar o que havia no mercado, que era Milhazes… que sendo a contratação mais credível destas mencionadas. só chegou a Guimarães, pela saída de um  titular… Quem vende em Janeiro, um titular? Só as equipas sem objectivos! O Vitória tinha objectivos? Parece que sim…

Hora, agora, para mencionar o maior blooper deste filme… a guerra, inicialmente surda, e depois estridente, entre EMS e Manuel Almeida… o velho ditado “zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades”aplicou-se bem ao produtor e ao seu adjuvante… tristes as acusações… lamentáveis… promessas de esclarecimento, que não passam disso…e, até hoje, ninguem soube o que, realmente, se passou…e a democracia vimaranense e vitoriana vai cantando e  rindo…

Entre estas trocas e baldrocas, reparamos que o realizador desta epopeia andava estranho…andava incompreensível…realmente, Cajuda, este ano não merece Oscar… imperícia a gerir a equipa- aquele jogo com o Sporting que o perde sozinho, há-de ficar atravessado – desconhecimento total e  absoluto da história do Vitória, – o Vitória há três anos foi ás meias finais da Taça, sr. Cajuda – afrontas constantes aos sócios e jogadores – em certas afirmações parecia ser o supra sumo deste Universo – e teimosia, muita teimosia – os casos de Gregory e Luís Filipe são os melhores exemplos. -

Nesta longa metragem de qualidade sofrível, também os actores se ressentiram… Onde estava o Desmarets do ano passado? Uma verdadeira sombra…um jogador com corpo em Guimarães e cabeça em qualquer outro lado? Onde se meteu o João Alves box-to-box?Este ano aos quinze minutos já lhe tinha dado a bafa! E, por exemplo, onde estava o Andrezinho do ano anterior?? Os treinos este ano foram diferentes??? Mas pioraram em quantidade, ou será, que também em qualidade??

E nestes caminhos negros fomos caminhando até ao fim da época, de frustração em frustração – primeiro foi a Taça da Liga, depois a de Portugal e por fim o malogro do acesso ás  competições europeias – sem que nada mudasse… os mesmos vícios, as mesmas suspeitas, os mesmos erros na equipa de futebol e ninguém a dar o murro na mesa…

Esperemos que o filme do próximo ano seja de qualidade superior e mereça o Oscar…este merece um Razzie – prémio de pior filme – tal o enredo confrangedor aqui relatado…

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Não compre jornais desportivos!


Depois de um Sábado memorável, já que não se ganha ao clube que habita para os lados da Segunda Circular todos os dias, mas só quando os homens do apito se encontram distraídos… se bem que este a dois minutos do fim quisesse acordar, ao deixar passar em claro um fora de jogo de mais de dois metros do outrora Nuno Golos, e hoje Nuno Sem – sem títulos, sem golos, sem classe, sem lugar e se não renovar sem equipa - somos bombardeados por escritos a roçarem a aleivosia e o anedótico pelos jornaleiros -não confundir com jornalistas –  da nossa praça, em especial de um que, citando o saudoso Alfredo Farinha é a voz do dono.

Efectivamente, é vergonhosa a atitude da imprensa desportiva nacional; vergonhosa, para não ser obrigado a utilizar um adjectivo qualificativo mais forte. Como se compreende que após uma vitória claríssima da melhor equipa em campo no estádio que foi, carinhosamente, alcunhado de banheira de cimento gigante- o resto do WC será dois quilómetros mais à frente, lá para os lados de alvalade – essa mesma vitória seja minimizada de forma tão mesquinha e rasteirinha, como foi, por quem se julga influenciador de opinião?

Escrevia há anos, ainda era um simples estudante, com um visão inflamada desta bola gigante e azul que é o mundo, que os opinion-makers são um perigo para a sociedade…lá por saberem escrever e darem-lhes oportunidade com isso, julgam-se no direito de escarrarem ou quando o ataque é mais forte vomitarem toda a diarreia mental que o cérebro produz… se é que me desculpam, caros amigos vitorianos e não eles, a conversa escatológica…

E nos jornais de Domingo, em especial num que se diz ou se quer fazer crer defensor do Norte, a desfaçatez roçou o seu apogeu… a falta de vergonha de um senhor que nunca deve ter entrado num campo de futebol atingiu o seu zénite máximo, violando esse mesmo, dito, jornaleiro as regras básicas que o seu código deontológico impõe, nomeadamente, informar com isenção e imparcialidade.

E isso na Luz não aconteceu! O Vitória ganhou porque foi melhor…ponto final…por muito que custe reconhecer a qualquer ressabiado que leve já o artigo encomendado.

Todavia, estas encomendas, no momento em que as transmissões televisão são cada vez mais frequentes, levam a situações ridículas, como o dito jornaleiro ter escrevinhado que o golo de Roberto havia sido em fora de jogo, quando todo o país aferiu da legalidade do mesmo… no mínimo ridículo, mas ao mesmo tempo cómico, concordarão comigo… quiçá um concorrente para fazer frente ao humor dos Contemporâneos… E além disso, o clube que alinhou de vermelho, a aferir pela crónica arrazoada do dito senhor deve ter feito a exibição da época e perdeu porque jogou sozinho, pois referências ao sistema táctico vitoriano, alusões à forma brilhante como Cajuda manietou o adversário, descrições da forma abnegada e briosa como os nossos atletas se bateram…zero! Haja memória e relembremos quantas loas se cantaram á exibição do clube do milhafre na cidade de Guimarães, quando passou mais de 65 minutos a jogar com uma táctica mais defensiva que o Paços de Ferreira apresentou em Guimarães: era raça de campeão, alma guerreira e tudo mais… será que esses apodos só podem servir para determinados?? Uns são filhos de mãe digna e honrada e outros filhos de meretriz de esquina?Haja bom senso, mas acima de tudo, vergonha na cara…

Não obstante, já tomei uma decisão… em minha casa não entrarão mais jornais desportivos… até que o actual status quo sofra alterações, esses senhores não lucrarão á minha custa..faça como eu.. não dê dinheiro a ganhar a quem nos maltrata!

P.S. O clube que esse pasquim, em tom de provocação aos vimaranenses e de modo a camuflar o resultado conseguido pelos branquinhos na Luz, comparava ao Man. Utd. foi eliminado ontem por uma equipa que, habitualmente, tem lutado para não descer em França… Nem a entrega do troféu, relativo ao Torneio Europeu do Totobola, que venceram após eliminar colossos -tipo Siva..qualquer coisa da Turquia, e esse colosso bósnio Z…não sei o quê os motivou…como diria o outro TEMOS PENA… mas, ainda, não conseguiram almejar o que o nosso Vitória já conseguiu: os quartos de final de uma competição europeia, para aquelas bandas são e hão-de continuar a ser uma miragem, como as que se sofrem no Deserto do Sahara… em Marrocos!

N.D.R. o Vitória1922 junta-se à iniciativa do D.Afonso Henriques e mostra-se solidária com a mesma, apelando a que boicotem as publicações desportivas nacionais.

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Roubo de Esmoriz não cai no esquecimento


Pese embora a desilusão por uma derrota, a todos os títulos inesperada, a Direcção e o Departamento de voleibol do Vitória não calam a revolta e enviaram uma exposição à Federação Portuguesa de Voleibol.

Apesar de não terem encontrado razões para protestar o jogo, por inexistência de erros técnicos, os responsáveis vitorianos contabilizaram dezoito erros sempre em prejuízo da equipa que traja de Rei ao peito.

Devido a esta escabrosa actuação da dupla de arbitragem, em especial do açoreano Hélio Ormonde, o Vitória pretende não deixar a situação cair non esquecimento e remeteu para a FPV uma exposição escrita denunciando toda a factualidade do jogo de Sábado.

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A vassourada final…


Tempos sui generis estes em que, actualmente  vivemos!

Se à escala mundial somos bombardeados com uma escalada alarmista de receios e pessimismos, à escala vimaranense e vitoriana os medos, também, persistem.

E com que força… Desde a táctica “encolhida” – para lhe não chamar outra coisa do Sr. Cajuda, em Braga – até ao escorregar assustador da equipa na Taça e no Campeonato, o pessimismo parece ter razões para no Afonso Henriques encontrar um habitat natural… para infelicidade de todos os apaniguados do emblema do Rei!

Efectivamente, o mês de Fevereiro e este início de Março de 2009 nada de bom trouxeram ao nosso Vitória! Um mês negro com convulsões directivas, com um treinador periclitante, com uma equipa descrente e uma massa associativa desesperada e desiludida com o panorama…haverá hipótese de a situação piorar??Esperemos que não…mas… Domingo pelas 18 horas teremos a resposta!

E a partir dessa resposta, partir para para o que poderá interessar: uma luta desesperada pela manutenção, com toda a gente a relembrar aquela fatídica época de 2005/2006 ou, e esperemos que seja este o cenário, começar a preparar a próxima época com tranquilidade e sapiência… no reverso desta, que nem em clubes amadores existem épocas tão planeadas “em cima do joelho”.

E esperemos que este seja o desafio que espera a Direcção no último ano do seu mandato…demonstrar que 2008-2009 foi um erro, ainda que crasso e que lesou, gravemente, os cofres e a honra vitoriana, e para isso nada melhor que começar desde a próxima segunda-feira a época do tira-teimas em relação a Emílio Macedo da Silva e os seus acólitos.

E aí sim… veremos de que massa são feitos os homens que estão à frente dos destinos do clube das nossas paixões… bem como a imagem que Cajuda pretende que reste dele nesta cidade, em último ano de contrato; Cajuda, que esta época, a par da direcção tem sido a grande desilusão da temporada…

De um discurso gasto, repetitivo, egocêntrico, a uma total falta de respeito por quem quase o idolatrava – os adeptos – o técnico vitoriano tem calcorreado caminhos negros desde Agosto de 2008… vá lá, salva-se, o mea culpa quanto à qualidade da equipa…mais vale tarde que nunca, mas o problema que aqui foi muito tarde! E além do mais demonstra ser jogador: joga com a Direcção, quase dizendo ” se não me querem despeçam-me… mas PAGUEM-ME”… e por vezes parece forçar essa situação, com opções tácticas e técnicas de um conhecimento digno de um amador, ou de um qualquer empírico, “forçando a barra” de um despedimento que Macedo da Silva tudo tem feito para evitar..não vá o próximo Relatório de Contas em ano de eleições apresentar um passivo, ainda superior…e em ano de eleições!!

Sobram, assim, os atletas, que por vezes injustiçados, outras vezes vítimas de um sistema que não acompanha as suas potencialidades, sentem – e de que maneira – a cabeça no cutelo. Dê por onde der vai ser neles que recairá a responsabilidade da época que era a do tudo e foi a do nada…vai ser neles que a “a ordem de marcha” se vai fazer sentir… e eles sabem disso, têm perfeita noção disso, com os resultados desastrosos que se conhecem.

Assim, Nuno Santos, Andrezinho, Danilo, Gregory, Milhazes, Luciano Amaral, Wênio, Desmarets, Fajardo, Luís Filipe, Roberto, Jean Coral e Carlitos, e todos os outros, que motivação têm para defender um treinador e uma direcção que para salvarem a pele, os vão deixar cair??

Assim, a “vassourada final”, como sempre, vai ser paga pelos mais fracos..tal como a crise mundial que serviu de introdução a esta crónica…

Resta, apenas, uma coisa, ganhem Domingo e orgulhem-nos…mostrem a massa de que são feitos e que independentemente de Direcção, ou treinador, terão sempre vinte mil a apoiar-vos… ainda que para alguns dos citados vá ser por pouco tempo… Por isso aproveitem a oportunidade e honrem o símbolo do Rei, pois quem não o fez – os atletas que compunham a equipa que desceu de divisão- de, muito poucos ou nenhuns rezou a história, favoravelmente…

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Vitória 0–3 Iraklis Thessaloniki (voleibol)


O Vitoria defrontou o poderoso Iraklis para o 1º.jogo dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões e não conseguiu sair vencedor. Com os parciais de 23-25, 23-25 e 19-25 o Vitória bem se esforçou para levar de vencida a equipa grega mas a sorte também não esteve do nosso lado.
Com o apoio do público, o Vitoria fez o seu jogo possível e agora é ir dar tudo por tudo no jogo que se irá realizar na Grécia.

Desde já a equipa do vitoria1922 felicita todos os jogadores e restante equipa técnica pelos bons jogos nesta prova.

fotos:  vitoriasc.pt

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E na Taça…saia o Porto!


 

Parece sina…

A sorte continua a virar costas à equipa vitoriana.

Além da dolorosa eliminação da Taça da Liga ontem, hoje ficou a saber que caso ultrapasse o Estrela da Amadora, no dia 17 de Fevereiro, terá de medir forças com o actual campeão nacional e finalista vencido da edição transacta da competição: o Porto.

Caso leve de vencida a formação tricolor da Reboleira, o Vitória, jogará em duas mãos com o Porto, deslocando-se-à dia 04 de Março ao Dragão e recebe o seu competidor dia 22 de Abril.

Ficou, assim, definido que o outro jogo do sorteio defrontar-se-ão Paços de Ferreira e Nacional da Madeira.

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Vamos ajudar a Sofia a chegar ao estrelato…


Conheci a Sofia já lá vão mais de doze anos…

Uma menina que na altura já impressionava por recitar os Autos de Gil Vicente enquanto, nós, os demais seres meramente banais, pigarreavamos titubeantes as expressões que o mestre do Teatro português consagrava nos seus Autos…

Entretanto, por contingências da vida, perdemos o contacto… confesso que sabia que sonhava ser actriz e, honestamente, acreditava nela… via no seu olhar aquele brilho de quem sabe que um dia o mundo se vai curvar perante ela…

Ouvi falar dela ontem, novamente…e como…aquela menina de sorriso doce e enigmático tem os britânicos, esses fleumáticos irrenunciáveis e de coração rochoso, a seus pés… uma diva que nasce em terras de sua Majestade…mas vimaranense… de alma, de ser, de coração… e que demonstra aos empedernidos bretões que Portugal não é só o “Special One…

O www.vitoria1922.com além de felicitar Sofia Escobar pelo seu estrondoso sucesso, junta-se à corrente necessária para a nossa estrela conseguir ganhar o prémio denominado “The VIAGOGO Best Actress in a Musical” e convida todos os vitorianos e vimaranenses a juntarem-se nesta epopeia.

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Simplesmente Vitória…


É já Domingo que o Vitória mede forças com o Benfica, no nosso Afonso Henriques.

Jogo de alto risco, tal como os órgãos policiais o classificaram, também, dentro das quatro linhas já que as emoções destiladas também prometem ser de alta voltagem para os corações mais fragilizados.

Efectivamente, um Vitória que, apesar da taciturna exibição no Restelo, já não perde desde que os apaniguados de Manuel Machado vieram cá vencer, no chamado descalabro de “Sereno & Lda.”. Deste modo a  confiança está em alta, sendo que este prélio é o melhor dos palcos para provar essa mesma realidade.

Todavia, e além de habitualmente a Deusa Fortuna proteger os encarnados em Guimarães, este jogo encerra vários perigos que convém, sempre, ter bem presentes.

UM DESAFIO NOVO:

Nesta contenda, ao Vitória vão ser postas dificuldades distintas das que até agora enfrentou. Efectivamente, no jogo do dia 02 de Novembro assistiremos a uma componente táctica que obrigará os nossos heróis a cuidados redobrados.

É no bloco central da defesa que podem residir os maiores medos e os maiores temores. Senão atentemos: o Benfica apresentar-se-à, em princípio, com Suazo e Nuno Gomes. Ora, tratam-se de dois avançados móveis, nada posicionais, que trocam posições, caem nas alas, o que obrigará a Danilo e a Gregory a jogarem na antecipação…e aí está o problema pois são dois centrais cuja velocidade não é o ponto forte. Requerer-se-à uma entreajuda entre alas, laterais e centrais para neutralizar os finalizadores do clube da águia.

UMA NOITE DE CONQUISTADORES E NÃO DE REY(E)S:

É todavia, no internacional castelhano, nascido em Sevilha, José Antonio Reyes, e na sua consequente anulação que pode residir a chave do êxito vitoriano.

Reyes, por estranho que pareça, é a grande chave táctica do Benfica; a  razão pela qual Léo foi aterrar no banco de suplentes e o português Jorge Ribeiro desabrochou no onze titular.

Na verdade, o antigo gunner com a sua mentalidade de vedeta ajuda a criar desequilíbrios importantíssimos e que convirá tomar em atenção. Assim, em posse de bola, Reyes permite maquilhar o 4*4*2 de Quique em 4*3*3 criando um triângulo no meio do terreno com Ruben Amorim/Carlos Martins/Yebda, mas, essencialmente,aparecer na zona central de finalização em apoio aos pontas de lança e com consequentes turbulências quer na parte zonal direita de quem defende, mas também nas alas.

Convirá ao nosso lateral que o enfrentará, ter bem em atenção a estas deambulações, bem como o capitão Flávio Meireles apoiar os centrais devidamente, todavia, sem descurar a primeira fase de transição ofensiva, pois, para ganhar, também há que saber partir para o ataque.

A (MAXI)MIZAÇÃO DA LATERAL:

Se do lado esquerdo, os equilíbrios fazem-se através de um lateral mais comedido no apoio ao ataque, na ala direita o comedimento é do ala direito, quase um interior; pois, Ruben Amorim é o contra-peso táctico desta formação.

Assim, de molde a equilibrar a equipa na zona intermédio, Quique optou por dotar a lateral de um discreto médio ala direito, mas que tem se revelado um agressivo e ofensivo lateral

Maxi Pereira tem que ser bem marcado, mas também, nunca olvidando que se ele sobe pode não recuar e o contra-ataque é uma arma valorosa em qualquer campo. Luciano, seguindo a pauta exibicional dos últimos tempos em conjunto com um renascido, esperemos, Yves Desmarets têm de aproveitar o seu adiantamento, bem como têm de colocá-lo em sentido defensivamente…e prendendo Maxi, o jogo encarnado poderá tornar-se previsível, pois será obrigado a concentrar-se em Reyes e aí já vimos como contornar esse perigo.

UM COMBATE DE DUROS:

Na zona nevrálgica do terreno um choque que promete dar faísca… a força e potencia de Flávio vs Yebda e ao lado o combate de pesos pluma em souplesse João Alves vs Carlos Martins.

Efectivamente dois combates similares… esperemos que a inspiração dos contendores conquistadores esteja em alta para derrotar por knockout os lisboetas… uma dura batalha para duros, mas nunca, ninguém disse, que existiam batalhas fáceis… e que Martins não tenha tempo nem espaço para exercitar o seu potente remate, pois o homem nascido em Oliveira de Hospital já mostrou em Guimarães o seu valor, para mal dos nossos pecados…na vitória do Sporting, na altura, por 4-2 em que fez o melhor jogo da sua carreira…

VAMOS (VER) DAR UMA CAMBALHOTA ?:

Isso é o que todos os vitorianos esperam…. que Douglas o matador -cambalhota facture ou pelo menos ajude a facturar… mas do seu jogo colectivo dependerá, também, o nosso êxito…da sua capacidade de prender os centrais Sidney e Luisão…

Mas, para isso, há que ter os apoios a funcionar… a tracção/potência terá que alicercar em Roberto (ou Luís Filipe) e  Desmarets(ou Fajardo) e também na mentor da segunda fase da basculação ofensiva, João Alves.

Seguindo o mapa do tesouro, é possível sonhar com uma saborosa Vitória… mas para isso temos de ser todos Vitória…ser simplesmente Vitória rumo à vitória!!!!

Os convocados de Manuel Cajuda: Nilson, Serginho, Andrezinho, Lionn, Gregory, Moreno, Danilo, Luciano , Momha, Flávio, Wênio, João Alves, Tiago, Fajardo, Luís Filipe, Desmarets, Nuno Assis, Carlitos, Roberto e Douglas.

E como recordar é viver….

Guimarães saía às ruas para levar uma equipa à vitória….porque o Vitória somos nós…

Neca abraçado por Flávio… a última vitória, até hoje, contra o Benfica num ano de pesadelo….

Nas alturas Flávio imperial…um exemplo de homem, um exemplo de capitão… um modelo de Vitoriano

O cordão humano deu alma, espírito, raça…numa época horrenda a vontade ainda prevalecia..no olhar de Vítor Moreno

Um jogo é uma festa dentro e fora das quatro linhas…que a paz reine e que o Vitoria ganhe…

Porque aconteceu aqui e a sua memória merece ser recordada…o momento mais horrendo deste grande clássico… a memória de um jovem de 24 anos…

Cardoso prepara-se para facturar de livre…época transacta…felizmente para as nossas cores foi uma “vitória de Pirro”…o terceiro lugar e a Champions vieram para Guimarães…

Na pré época foi assim…quando todos os sonhos na Champions eram possíveis…até um holandês mal intencionado roubar o sonho… Momha o rosto da determinação em vencer

Fehér é aclubístico, intemporal, paira no espaço…que todos os intervenientes de Domingo saibam respeitar a memória de um jovem correcto e leal… e ele onde esteja se sinta orgulhoso pelo espectáculo…mas que a Vitória fique em Guimarães…

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Os frutos vão amadurecendo…


No seguimento de um artigo de opinião, redigido por um cronista dessa Associação que é a “Vitória Sempre” acerca da escassez de referências, hodienamente no nosso Vitória, as ditas lendas, que actualmente, segundo ele, inexistente no nosso clube assaltou-me uma profunda inquietação…

Indo por partes e não havendo mais José Marinho para espancar – assumo, pessoalmente, que o considero um excelente profissional – resolveu antes de mais publicitar um blog do qual é interveniente, promovendo as actividades dele… Bom meio para conseguir visitas… mas isso até será irrelevante!

Nada de surpreendente, não estivesse a escrever noutro site… Depois, e já que o seu tema preferido desapareceu  – Marinho já cá não mora – nada melhor do que pensar meia hora e fazer a ponte da publicidade gratuita às actividades desse dito blog para, posteriormente, ”bater” mais uma vez em tudo o que mexe… E desta vez foi na falta de referências que, possivelmente, existem no Vitória…

Realmente, a vontade de falar mal por falar atingiu um nível inacreditável… a torpeza de afirmar que no Vitória não existe quem tenha asas para voar para a eternidade das mentes brancas é de um profundo mau gosto e atentatória da dignidade dos actuais profissionais.

Será que estes atletas não fizeram o que Cascavel, Ademir e os outros fizeram vinte anos atrás conquistando um garboso terceiro lugar? Será que homens da estirpe de um Flávio Meireles, de um Sereno, de um Nilson não merecem habitar o Olimpo das doces recordações vitorianas?? Será que Geromel fez parte dessa equipa mítica, é verdade, mas igualada em termos de resultados pela equipa do ano transacto?

E já agora o que é ficar imune ao tempo? Será que isso não é um conceito indeterminado dotado de discricionariedade e portanto ao critério subjectivo, e nunca objectivo, de quem desfolha as suas memórias… Ou será que desde então o Vitória vive uma inacreditável crise de referências?

Ora, nada mais falso… as referências numa época em que a televisão, os jornais e a Internet vão ocupando um lugar de relevância supra exponencial, as lendas tendem a florescer; ademais, o ecletismo que agora o Vitória procura cultivar contribui para isso… ou será que só somos Vitorianos no futebol? Será que Hugo Gaspar e Alan Coccato, entre outros, não merecerão um lugar de honra no álbum das nossas memórias? E Tommy Eddie, que já nem no Vitória joga, não ficará para sempre como o gigante que a lutar nas tabelas nos deu a nossa primeira taça de Portugal em qualquer modalidade? E Rui Costa, daqui a quatro anos, se Deus o permitir, a disputar os Jogos Olímpicos de 2012 será um fruto de que árvore? Das bananeiras da Madeira, ou de um árvore nada e criada em Guimarães e no Vitória? E os campeões do mundo de full-contact? E os meninos que são esperanças de um futuro radioso, não são frutos?? Verdes… mas prontos a desabrochar… e este site tem demonstrado isso… um Diogo Lamelas, um Rafa no futebol, um Bruno Matos no voleibol, entre tantos outros não serão a garantia que a árvore está frondosa e pronta a numa Primavera qualquer deliciar-nos com frutos sumarentos?

Este falta de ética para entender o que de bom se faz é que é preocupante nas mentes vitorianas… o dizer que antigamente é que era bom, mesmo sabendo que hoje o Vitória tem conseguido atingir desideratos, quebrar barreiras e  dar alegrias.

Não sou, como sabem, apoiante deste Direcção… até já, publicamente, mostrei o meu desagrado de muitas atitudes desta… mas uma coisa que me apraz registar é que apesar de tudo o ecletismo tem sido respeitado… e os Vitorianos gostam disso. O saber reconhecer o grande Alan Coccato, ou o enorme Carlos Fechas na rua é a prova disso… já nem se fala dos miúdos que na escola vão para a baliza e dizem ser o Nilson, ou o Flávio, ou esperemos num futuro próximo, o matador da cambalhota, Douglas…

E aí sim… prova-se que a árvore está frondosa e cheia de frutos… e que daqui a uns trinta anos os meus filhos e de tantos outros vitorianos saberão que tivemos um guarda redes voador chamado Nilson… e que quando fechava a baliza…Meu Deus!!Ou um capitão que se fosse preciso morria em campo de Rei ao peito, para que a turba ululante na bancada pudesse vibrar com uma vitória… Mas também um Alan campeão, um Pedro Silva que lançou aquela bolinha milagrosa para fazer o impossível e bater o Porto e tantos outros…

E isso é que é história…é ecletismo… é uma árvore saudável… e que quem colhe os frutos sabe que na forja estarão outros de igual ou superior valia…seja bem tratada e regada a terra, que as lendas florescerão nas nossas memórias…

Aliás, as lendas fazem-se do imaginário popular. E quantas histórias não teremos nós destes homens que, perdendo ou ganhando, têm deixado sangue, suor e lágrimas em campo? Quantas recordações… e às vezes não é a individualidade em si… é um lance, um remate, uma cabeçada, uma defesa miraculosa, um golo de baliza a baliza – Palatsi- e eis a história, a lenda, o passar de geração em geração…

E isso é que é Vitória…isso é que é amar um clube…isso é que é ser do clube do rei…a transposição oral das narrativas de avô para neto…de pai para filho… de irmão mais velho para mais novo… de modo a que quando vemos na rua, exemplificando, o Ernesto Paraíso, o Daniel, entre tantos outros, olhemos para eles com agradecimento e gratidão pelos momentos inolvidáveis que proporcionaram aos nossos pais e avós…e  que hoje eles, garbosamente, nos relatam… isso sim é uma árvore saudável… a passagem geracional dos mais belos momentos de uma história recheada de estórias… e isso sim, é que faz rejuvenescer a árvore Vitória…eternamente!

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Ganhem ou então…GANHEM !!!


Dia 06 de Outubro… um daqueles dias que qualquer minhoto marca no calendário… o derby que incendeia paixões está de volta e o Vitória vai querer repetir a receita do ano transacto…

HÁ UM ANO FOI ASSIM:

Faz, agora, pouco mais de um ano que um Vitória em ascensão bateu, claramente, um Braga aburguesado e convencido…

Uma exibição sumptuosa de uma equipa que começava a mostrar que era capaz de tudo e que a sublinhou com um golo de Geromel, de cabeça, mostrou o que tantos outros derby´s demonstraram à saciedade: o melhor clube do Minho é o Vitória!

OS MEDOS:

Hoje, algumas das sensações repetem-se… sobre a equipa do Vitória paira, novamente, uma incompreensível espiral de desconfiança, muito por culpa das saídas de Geromel – a estrela do derby do ano transacto -, Ghilas, Alan – que veste as cores do odiado inimigo, actualmente – e em menor escala Mrdakovic.

Esta situação tem despoletado nos vitorianos, uma inquietação justificada… ou daí, talvez não…

O Vitória tem demonstrado que está aí para as curvas… a inolvidável primeira parte de quinta-feira frente ao Portsmouth bastou para tirar as dúvidas aos espíritos mais recalcitrantes: a equipa tem qualidade e sabe jogar…

Haverá, portanto, razão para enfrentar os nossos vizinhos de “além-Taipas” com receio?? É óbvio que não… além de estarmos em nítido crescendo, em vinte e cinco anos de lutas apaixonantes só perdemos uma vez… e no ano em que descemos…

Além disso enfrentaremos um adversário com uma certa crise de confiança… uma equipa que, para o campeonato, apenas venceu uma vez e a que nem os nomes bíblicos têm salvado…com efeito para Salvador e Jesus, por muito que lhes custe, neste campeonato a tendência habitual já transpareceu: o Braga a ter de olhar, esticando o pescoço, para cima de modo a ver onde se encontra o nosso Vitória…

Portanto, medos de perder a guerra? Não… mas lembrando que há certas guerras que só há um resultado possível: vencer e subjugar o inimigo…

QUAL CANSAÇO?

O Vitória vem de uma maratona que provocou-lhe um desgaste físico e psicológico a todos os níveis atroz…

Efectivamente, utilizando uma parábola os “branquinhos” assemelharam-se ao ciclista que se escapuliu do pelotão no quilómetro zero para ser apanhado a cem metros da meta…

É óbvio que as dores se elevam à potência… que a desmotivação e os gritos de “porque nos aconteceu isto” são bradados aos céus…

Mas, pensando bem, nada melhor que curar as feridas colocando o eterno rival de joelhos e degolá-lo sem piedade… vencer inequivocamente para demonstrar que a primeira parte de quinta-feira foi um prenúncio do diamante de alto quilate que é esta equipa do Vitória!!

Mas as pernas pesam… o Braga foi de excursão turística à Eslováquia, pelo que os seus atletas estarão mais frescos… mas a cabeça é que manda e nada melhor os nossos heróis lembrarem-se que do seu jogo estará dependente a alegria de uma cidade, que fora o futebol, tem sempre sido subjugada a uma capital de distrito déspota e arrogante…que tira tudo aos demais para crescer… como um monstro que quer ser alimentado…

Está na força dos nossos heróis… na sua capacidade de se transcenderem – e como…depois daquele esforço sobre-humano – o nosso grito contra o centralismo da capital de distrito… contra os jogos de bastidores, no futebol e não só, que pretendem atirar para baixo clube e até a cidade onde nasceu Portugal!

O SISTEMA:

Para esta batalha, não há que pensar em turn-over´s no plantel… há que utilizar os conquistadores mais habilitados…

Mas todavia, que a equipa não andará muito longe da utilizada na epopeia europeia…

Ao contrário do clube que vamos defrontar nós não temos um plantel demasiado homogéneo ou rico que permita fazer alterações de monta na equipa – não é Sr. Emílio? – pelo que teremos de usar as armas que possuímos…

Não, não serão caçadeiras contra mísseis… os nosso atletas bater-se-ão como verdadeiros Conquistadores e nomes, ou pseudo-vedetas engrandecidas por alguma imprensa tendenciosa, não ganharão jogos…no nosso Afonso Henriques, o rei que de Guimarães partiu à conquista do país (antes tivesse deixado algumas partes para os Galegos…principalmente aquela parte além-Taipas até ao Bom-Jesus…) mandam os homens que vestem de branco…

E que equipa, então para Segunda?

Sem dúvida a mesma de Quinta à excepção de Gregory, que se encontra castigado… entrará Moreno e que este como vimaranense e vitoriano de gema seja portador da vontade de ganhar de qualquer adepto…

Quanto ao resto os mesmos que levaram o nome de Guimarães ao respeito no embate com os anglo-saxónicos… e que a vontade de fazer ajoelhar o inimigo seja superior às maleitas físicas provenientes do jogo europeu…

OS ADEPTOS:

Há que demonstrar sem sombra de dúvida que o Afonso Henriques é o estádio mais fervilhante a nível nacional…

Apoiar os noventa minutos, para demonstrar a nossa inequívoca superioridade em capital humano, que é o que define, realmente, a grandeza das equipas!

Cantar, apoiar, assobiar o adversário… sermos pelo menos vinte mil com vontade de vencer para levar os nossos heróis ao colo e despoletar no presidente rival aquele sentimento que vai na alma de todos os adeptos que representa, mas que não têm coragem de admitir: a inveja de ver que há quem tenha mais capital humano… e que contra isso nada pode fazer!

HORÁRIO A DESORAS:

Como se marca um jogo destes para um segunda-feira, a uma hora que muita gente ainda sequer não saiu do trabalho?

Derby é ao Domingo à tarde…para haver casa cheia… será que os barões da bola e da televisão, não o amam e, apenas, pretendem ver os bolsos cheios, se bem que o estádio esteja vazio?

Vergonha… e falta de respeito para quem ama o futebol…e que bonito era ver um estádio repleto de vitorianos…a apoiar… a gritar…e  a festejarem juntos uma vitória que é sempre saborosa e inesquecível…

PROGNÓSTICO:

Qual prognóstico?? Só um!!! O Vitória vai ganhar e vocês nossos representantes nesta batalha têm de estar bem cientes disso…caso contrário não voltem a casa…pois este jogo é daqueles que não se podem perder…havia de haver uma lei que proibisse os homens que vestem de Rei ao peito de saírem derrotados!

Eu acredito!!!

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Categoria Destaque, Futebol, Jogo FaladoComments (6)

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